
Guilherme Almeida
Guilherme Almeida, começa sua trajetória em 2017 nas oficinas de pintura no Museu de Arte Moderna da Bahia, tem sua prática nas linguagens da pintura, escultura, instalação e vídeo. Fazendo parte de uma geração de artistas que trazem objetos do seu cotidiano como jornais, cerâmicas e o linho, para dar protagonismo as memorias e a vida do corpo usualmente marginalizado na história da arte. Para uma abordagem realista de sua pesquisa o artista se debruça sobre experiencia do seu próprio espaço, fazendo uso dos seus álbuns fotográficos, narrativas e objetos familiares.
Sobre Guilherme
Guilherme Almeida, começa sua trajetória em 2017 nas oficinas de pintura no Museu de Arte Moderna da Bahia, tem sua prática nas linguagens da pintura, escultura, instalação e vídeo. Fazendo parte de uma geração de artistas que trazem objetos do seu cotidiano como jornais, cerâmicas e o linho, para dar protagonismo as memorias e a vida do corpo usualmente marginalizado na história da arte. Para uma abordagem realista de sua pesquisa o artista se debruça sobre experiencia do seu próprio espaço, fazendo uso dos seus álbuns fotográficos, narrativas e objetos familiares.
Sua pesquisa apresenta relações de poder, território e memória, trazendo manifestações culturais e personalidades que tiveram importância na história nacional e internacional atribuindo devida relevância e atenção, são intelectuais, ativistas e artistas. Por outro lado, volta seu olhar ao lugar onde cresceu, voltado de praias e paisagens da Mata Atlântica, enfatizando cenários passados os valores da liberdade, beleza da vida costeira, os sonhos e momentos comuns da vida, reconstruindo a memória e demarcando experiências.
Sua prática é influenciada por experiências pessoais e pelo cenário sócio-político brasileiro, abordando questões como memória ambiental e identidade racial. Seu trabalho comunica histórias subjacentes, promovendo um diálogo que incorpora nesses temas, camadas de histórias ocultas e uma contemplação meditativa do que acontece agora.
Obras

Linn da Quebrada, 2022, acrílica sobre jornal, 84 x 59 cm

Pelé, 2021, acrílica sobre jornal, 84 x 59 cm

Chuva II, 2025, acrílica sobre linho, 20 x 25 cm

Sem título, da série Silêncio da mata, 2025, acrílica sobre linho, 30 x 35 cm

Perfil, 2026, acrílica sobre linho, 30 x 35 cm

Tim Maia, 2021, acrílica sobre jornal, 84 x 59 cm

Fiquei alto, avistei o mar branco, 2024, acrílica sobre jornal colado em foam board, 141 x 109 cm

O rio, 2025, acrílica sobre linho, 80 x 110 cm

Marielle Franco, 2021, acrílica sobre jornal, 84 x 59 cm

Sem título, da série Silêncio da mata, 2025, acrílica sobre linho, 30 x 35 cm

Jorge Portugal, 2021, acrílica sobre tela, 120 x 100 cm

Mc Carol, 2021, acrílica sobre jornal, 84 x 59 cm
